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22 maio, 2010

Dia Mundial Contra a Obesidade





Dia Mundial contra a obesidade: vamos emagrecer as estatísticas


Com impacto na saúde, economia e desenvolvimento dos países, estima-se que, em 2025, a obesidade atinja mais de metade da população mundial se não forem adoptadas medidas.

A obesidade e o excesso de peso provocam doenças crónicas, como as coronárias ou pulmonares, diabetes de tipo 2, hipertensão arterial e alguns tipos de cancro, como do ovário, mama, cólon, etc. Estão também na origem de morte prematura.

Para saber se o seu peso pode tornar-se num problema, calcule o índice de massa corporal no nosso simulador. Basta preencher com a idade, altura, sexo e peso. Quando a balança acusa quilos a mais, é preciso ter força de vontade e procurar ajuda especializada.


Alimentação e exercício físico

* Para emagrecer, siga uma dieta com menos calorias: reduza em 500 kcal por dia, nada mais. O ideal será perder cerca de 500 g por semana. A dieta deve durar, pelo menos, 3 semanas, para começar a consumir as reservas de tecidos gordos. Além disso, reparta a sua alimentação em cinco ou seis refeições: 3 principais e 2 ou 3 merendas.
* Movimente-se, pelo menos, 30 minutos diários de uma actividade física moderada regular. Com actividade mais intensa e de maior duração, os ganhos serão maiores. Fazer exercício físico regular aumenta o consumo de energia, faz emagrecer e ajuda a manter a perda de peso. O reforço da massa muscular contribui para o aumento do consumo da massa gorda na produção de energia.
* O médico pode sugerir medicamentos. Estes não actuam na causa do problema, mas funcionam como adjuvantes num tratamento que inclui dieta e exercício físico. Não devem ser utilizados isoladamente. Quando se interrompe o tratamento, o peso perdido pode voltar.



Prevenir de pequenino


* Os hábitos alimentares (bons e maus) adquirem-se nos primeiros anos de vida. Por isso, é preciso que os pais tenham um papel activo na educação alimentar dos seus filhos desde o nascimento. Enquanto são bebés, não lhes dê leite e papa em excesso. Na infância e adolescência, não insista para que ingiram grandes porções. Gordura não é formosura. Não salte refeições e explique aos seus filhos que não devem fazê-lo. Reserve o tempo suficiente para comer com calma. Faça uma alimentação variada e equilibrada. Tome sempre o pequeno-almoço e evite estar mais de 3 horas sem comer.
* Crie o hábito de comer legumes e fruta. Durante as aulas, incentive os jovens a comer na cantina. As suas ementas são preferíveis a uma refeição rápida no bar. O marketing alimentar a produtos desinteressantes também tem contribuído para a obesidade infantil. É urgente a criação de um código internacional, a implementar pelos governos nacionais, que restrinja o marketing e a publicidade a produtos pouco saudáveis para crianças.
* Incentive os seus filhos a mexerem-se. Habitue-os a passear a pé, andar de bicicleta, patins, correr, saltar, trepar, jogar à bola, usar as escadas em vez do elevador, por exemplo. Não os deixe passar muito tempo a ver televisão ou a jogar no computador. Se possível, estimule-os a praticar um desporto de que gostem. O ténis, natação e o futebol são dos mais aconselháveis.


CONSELHOS À MESA...
Evitar
Chocolate, bolos, gelados e outros doces.
Comida rápida, como pizas e sandes com molhos.
Chouriço, paio, presunto e salsichas.
Fritos, gorduras e óleo.
Refrigerantes e bebidas alcoólicas.


Consumir dia-a-dia
Carne e peixe: no total, cerca de 100 gramas.
Pão: uma ou duas unidades.
Às principais refeições, alternar arroz ou massas (2 a 3 colheres de sopa), leguminosas,
como feijão, ervilhas e grão (3 colheres de sopa) e batata (1 ou 2 pequenas).
Fruta: 3 a 5 peças.
Lacticínios: por exemplo, 2 a 3 copos de leite.
Hortícolas: 2 chávenas almoçadeiras de legumes crus ou 1 de cozinhados.
Água: pelo menos, 1,5 litros.

10 maio, 2010

Obesidade e Diabetes

Sistema Simpático - Supra Renal (SNS)

O consumo dos alimentos – um baixo impulso do SNS => maior consumo de alimentos.
Dispêndio energético – um incremento da actividade do SNS => aumenta o dispêndio de energia.
TMB em repouso – actividade do SNS reduzida => TMB mais baixa => predisposição para a obesidade.
Equilíbrio das gorduras – falha no bloqueio beta-adrenérgico => maior prevalência da obesidade.





Diabetes Mellitus




A diabetes torna mais difícil ao seu organismo obter energia a partir dos alimentos. É por essa razão que a diabetes pode levar a sentir cansado e exausto.














Tipos da Diabetes Mellitus

Tipo 1
Também é conhecida como diabetes insulinodependente;
É mais frequente em criança e jovens, podendo também aparecer em adultos.
As células β do pâncreas deixam de produzir insulina, uma vez que existe a destruição maciça destas células. Contudo, estudos realizados, demonstram que é o próprio sistema de defesa do organismo (sistema imunitário) do diabético que ataca e destrói as suas células β.

Tipo 2
Também pode ser chamada não-insulinodependente.
Ocorre em indivíduos que herdam uma tendência para a diabetes. Herdam esta tendência de forma genética, e que devido a hábitos de vida e de alimentação errada, vêm a sofrer de diabetes quando adultos.
O pâncreas é capaz de produzir insulina. Contudo, uma alimentação incorrecta e o estilo de vida sedentária tornam o organismo resistente à acção da insulina (insulinorresistência), obrigando o pâncreas a trabalhar mais, até que a insulina que produz deixa de ser suficiente.





Obesidade - Diabetes tipo 2

A obesidade está intimamente relacionado com a diabetes tipo 2. O excesso de massa corporal, sobretudo abdominal, contribui para a insulinorresistência, e, consequentemente, para a elevação da taxa de glicemia.
Estudos realizados demonstram, que indivíduos obesos têm um risco 3 vezes superior de ficarem diabéticos, do que a população com um peso considerado normal.

Uma situação que está a preocupar os especialistas é o facto da diabetes tipo 2 estar a aparecer em camadas cada vez mais jovens. Enquanto, à uns anos atrás esta doença só aparecia a pessoas com uma idade mais avançada. Este fenómeno pode ser explicado pela má alimentação e pela falta de actividade física por parte dos jovens.





Ana Rita Álvaro , Hugo Simões Ferreira e Rafael José Cristóvão Figueiredo.

Inquérito e resultados;

Inquérito

Sexo: M: ____ F:____ Idade: ____ Ano:____

Questionário:

1. Tomas o pequeno - almoço? Sim: ___ Não: ___

Se Sim,
→ Onde o fazes? Escola___ Casa ___ Café ___

→ O que costumas comer? Cereais ___ Leite ___ Pão ___ Fruta ___ Café ___ Bolos ___

2. Tens o hábito de consumires água? Sim ___ Não ___

3. Quantas peças de fruta consomes por dia? 1 ___ +2 ___

4. Consomes mais vezes peixe ou carne? Peixe ___ Carne ___
Porquê? ________________________

5. Quantas refeições fazem por dia? 3 ____ 4 a 5 ____ 6 ____ +7 ___

6. Comes sopa antes das refeições? Sim ___ Não ___

7. Costumas comer sobremesa? Sim ___ Não ___
Se Sim, Fruta ____ Doces ____

8. Por semana, quantas vezes consomes:
Massa, Arroz, Batata _____ Feijão, Leguminosos _____

9. Consomes lacticínios? Leite ____ Iogurte ____ Queijo ____ Outro:________

10. Por semana, quantas vezes fazes refeições de batatas fritas?
0 ____ 1 a 2 ____ +3 _____

11. Quais os doces que consomes?
Bolos ____ Snacks ____ Gomas ____ Doces de Sobremesa ____
Com que frequência? Todos os dias ____ 1ou 2 vezes por semana ____

12. Que quantidades de carne consomes com maior frequência?
→ Carne branca (Coelho, Perú, Frango) ____
→ Carnes vermelhas (Porco, Vaca, Ovelha) ____


Obrigada pela tua participação:
Os alunos do 12º ano

Realizamos este inquérito a 42 alunos da Escola Secundária c/ 3ºCEB de Oliveira do Hospital.o 5 Alunos de 12 anos;
o 1 Aluno de 13 anos;
o 4 Alunos de 14 anos;
o 7 Alunos de 15 anos;
o 11 Alunos de 16 anos;
o 9 Alunos de 17 anos;
o 4 Alunos de 18 anos;
o 1 Aluno de 19 anos.


Resultados



Inquérito


Trabalho realizado por: Diogo Fernandes, Joana Santos, Sara Santos - 12º A

09 maio, 2010

Qual é a prevalência de obesidade na Europa e em Portugal?

Nos países desenvolvidos verifica-se uma relação inversa entre o nível socioeconómico e a prevalência de obesidade, representando os seus custos económicos 2 a 7% dos custos totais da saúde. Estima-se que, em Portugal, os custos directos da obesidade absorvam 3,5% destas despesas.
A elevada prevalência da obesidade em Portugal e a sua taxa de crescimento anual, a morbilidade muito altas que, directa ou indirectamente, acompanham a diminuição da qualidade de vida e os elevados custos que determina, bem como a dificuldade do seu tratamento, constituem a preocupação para o Ministério da Saúde.
Na maioria dos países da Europa, a obesidade é a epidemia em maior crescimento, afectando, actualmente, 10 a 40% da população adulta.




Fig. 1 – Prevalência de obesidade na Europa


Em 1999 foi encontrada, na população da União Europeia com mais de 15 anos, uma prevalência da pré-obesidade de 41%.
A prevalência da pré-obesidade e da obesidade na população portuguesa adulta tem sido avaliada com uma média de cerca de 34% para a pré-obesidade e de 12% para a obesidade, sendo de realçar a grande percentagem de homens com pré-obesidade e obesidade, em relação às mulheres.




Quadro I – Percentagem de população adulta com pré-obesidade e obesidade, por sexo


Na população portuguesa com mais de 55 anos a prevalência da pré-obesidade e da obesidade mais elevada, respectivamente 1,9 e 7,2 vezes.
Por outro lado, os portugueses mais escolarizados apresentam cerca de metade da prevalência da obesidade e um quarto da prevalência de obesidade, quando comparados com os de baixa escolaridade. A prevalência da obesidade é, também, mais elevada nas classes sociais mais desfavorecidas.



Quadro II – percentagem de população portuguesa com pré-obesidade e obesidade, por nível de escolaridade


Nas crianças dos 7 aos 9 anos de idade, a prevalência da pré-obesidade e a obesidade, em Portugal, é de cerca de 31,56%, sendo que as crianças do sexo feminino apresentam valores superiores às do sexo masculino.
Existem, no entanto, disparidades a nível regional quanto à prevalência de obesidade e da obesidade. É de realçar o interior norte e centro do país, onde se verifica a maior prevalência de pré-obesidade, e Setúbal e Alentejo, onde se destaca a maior prevalência de obesidade.


(http://static.publico.clix.pt/docs/pesoemedida/Programa_Nacional_De_Combate_Obesidade_2005.pdf)

Obesidade Infantil

Disciplina: Educação Física
Tema: Obesidade
Subtema: Obesidade Infantil
Docente: Carlos Cruz
Discentes:
Constança Messias Marques, nº 9;
Inês do Vale Marques Oliveira, nº 14.
Ano lectivo: 2009/10
Ano: 12º
Turma: A

O que é a obesidade?
. A obesidade é uma doença crónica, resultante do excesso de peso. É a doença nutricional predominante a nível mundial e a epidemia do século XXI.



Como é que se sabe se uma criança está obesa?
Para o rastreio da obesidade recomenda-se o uso de um indicador, diferente do Índice de Massa Corporal (IMC) apresentado anteriormente, visto que este não é fiável para medir o grau de obesidade das crianças. Uma criança, com idade superior a 2 anos, é considerada obesa quando o valor deste indicador é igual ou superior ao Percentil 95 (P95) para o sexo e a idade; e com excesso de peso quando o valor do indicador está entre o P85 e o P95. Os novos Boletins de Saúde Infantil têm tabelas de percentis de IMC.


Factores de risco:
Pais obesos
Peso excessivo ao nascer
Nº de irmãos
Nível socioeconómico
Alimentação excessiva e muito calórica
Sedentarismo


Como evitar a obesidade na infância?
5 refeições por dia (pequeno-almoço, lanche matinal, almoço, lanche, jantar);
Refeições principais (sopa, prato principal com vegetais, água e fruta);
Evitar néctares e refrigerantes;
Refeições secundárias (pão, leite, fruta, iogurte);
A alimentação cuidada deve estar associada à prática regular de exercício físico (escola e tempos livres).


Componente Prática

22 de Março
Apresentação de um PowerPoint;
Recolha de dados referentes ao peso e à altura de cada uma das crianças para, através da Plataforma Contra a Obesidade da Galp Energia (www.plataformacontraaobesidade.dgs.pt), verificarmos o seu grau de obesidade;
Realização de um pequeno questionário acerca dos hábitos diários relativos à alimentação e prática de exercício físico.








Conjunto de trabalhos realizados no âmbito da Disciplina Educação Física - Obesidade

Cartaz




Panfleto







Inquérito

A alimentação e a prática desportiva
Somos alunas do 12º ano e, estamos a fazer um estudo no âmbito da disciplina de educação física a fim de averiguar quais os hábitos alimentares e desportivos dos alunos da nossa escola. Para tal, gostaríamos que respondessem às perguntas do inquérito que se segue.

Obrigado pela tua colaboração.


Ano: _____
Sexo: Masculino ____ Feminino ____

1. Quantas refeições fazes por dia? ____
2. As refeições devem ser variadas? Sim ___ Não ___
3. Qual é, para ti, a refeição mais importante do dia? ________________.
4. Tomas sempre o pequeno-almoço? Sim ___ Não ____
5. Qual é o teu prato preferido? ____________________ .
6. O leite ocupa um lugar importante na tua alimentação? Sim ___ Não ____
7. Quanta água bebes por dia? (circunda)

Menos de 1/2 litro ½ litro entre ½ a 1 litro 1 litro Mais de 1 litro

8. Qual é, para ti, a bebida ideal para o almoço e para o jantar? ________________ .
9. Qual é o alimento de que menos gostas? _______________________________ .
10. Gostas das refeições da Cantina? Sim ____ Não ______
10.1 Se não, indica a razão: ________________________________________________
_______________________________________________________________________.
11. Praticas algum desporto? Sim ___ Não___
11.1 Se sim, qual e quantas vezes por semana? _________________________________________________________________________.
11.2 Se não, porquê? E se não, alguma vez praticaste algum desporto? Por quanto tempo?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________.
12. Achas que o concelho tem variadas propostas desportivas? Sim ___ Não ___
12.1 Se não, porquê? _________________________________________________________________________.
13. Achas que existe igualdade de proposta entre raparigas e rapazes? Sim ___ Não ____
13.1 Se não, porquê? _________________________________________________________________________.
14. De entre a alimentação e a pratica desportiva, qual é a que mais contribui para o combate à obesidade? Porquê? ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________.

Obrigado pela tua preciosa ajuda!



Resultados:







Relativamente às respostas abertas, nomeadamente a número 5 e 9, existe uma grande variabilidade de gostos, quer entre rapazes, quer entre raparigas, e entre estes estão: hamburger, picanha, lasanha, pratos a base de bacalhau, arroz de frango e atum, etc. Com estes inquéritos, pudemos apurar, que existem algumas críticas relativas ao tempero e cozedura dos alimentos. Pode-se concluir que os rapazes, relativamente à pergunta 13.1, consideram na maioria, que as propostas desportivas para as raparigas, são inferiores que às apresentadas para os rapazes. As raparigas, não são contudo da mesma opinião, pois consideram que existe uma igualdade entre ambos. Segundo os rapazes, este facto deve-se, a que estes procurem mais a prática desportiva, que exista falta de equipas femininas e que existam também mais propostas para os rapazes, embora comece a verificar-se uma maior oferta para as raparigas. Relativamente à pergunta 12.1, todos, em geral, consideram que existe uma variabilidade de modalidades desportivas.


12ºB Sofia Silva, Joana Freitas e Naiara Amorim

Panfleto ;)






Ana Rita Álvaro - Hugo Simões Ferreira - Rafael Figueiredo 12ºA

07 maio, 2010

Cartaz ;




Ana Paulino, Dominika, Joana e Mariza‏

Cartaz Obesidade e Diabetes



Rita - Hugo - Rafael 12ºA

05 maio, 2010

Wall-E...the sad future of human kind




Sofia Silva, Joana Freitas e Naiara Amorim - 12ºB

Extremely Overweight




Sofia Silva, Joana Freitas e Naiara Amorim - 12ºB

Fat World




Sofia Silva, Joana Freitas e Naiara Amorim - 12ºB

01 maio, 2010

Cartaz .




Mariana Costa e Virgilio Salvador - 12ºB

24 abril, 2010

Achas que és corajoso em todos os aspectos?




CORAGEM para AGIR. Assumir um novo desafio, que preferiríamos evitar. Apanhar um avião, candidatarmo-nos a um emprego, comprar uma bicicleta, reservar algum tempo da manhã para escrever, aprender espanhol…

CORAGEM para FALAR. Dar voz às nossas diferenças, partilharmos os nossos verdadeiros sentimentos, resolvermos um problema emocional doloroso, abrir um segredo de família, dizer a verdade. Tomarmos uma posição clara sobre assuntos que são importantes para nós. Esclarecemos as fronteiras do que podemos ou não fazer. Não falarmos com o objectivo de nos sentirmos melhor, mas sim com a intenção de darmos (e sermos) o nosso melhor, embora possamos estar tremendo 'que nem varas verdes'.

CORAGEM para PERGUNTAR. Questionarmos aspectos de ansiedade emocional na história da nossa família. Fazermos perguntas aos nossos parceiros que nos permitam conhecê-lo(a) mais profundamente. Quando as pessoas que amamos estão a sofrer, convidá-las para contar as suas histórias, não importando se são muito ou pouco dolorosas, em vez de dizer que não queremos ouvir, ou que não queremos saber tudo.

CORAGEM para SIMPLESMENTE OUVIR. Praticar a escuta com o coração aberto e com a única intenção de compreender. Escutar sem preconceitos e sem necessidade de corrigir, instruir ou mudar o outro. Conscientemente escolhermos o silêncio em vez da palavra.

CORAGEM para PENSAR POR NÓS PRÓPRIOS. Esclarecemos as nossas próprias convicções independentemente do que nos dizem ser verdade a família, os amigos, o parceiros, os terapeutas, no local de trabalho trabalho ou o presidente. Resistir à pressão de um “pensamento comum”, mesmo quando estamos sozinhos com as nossas percepções, opiniões e credos.

CORAGEM de SER RESPONSÁVEL. Aceitarmos de facto a responsabilidade pelos nossos actos menos louváveis, mesmo que quando o fizermos isso ponha em causa uma imagem mais favorável de nós próprios.

Outras idéias ou imagens de coragem que nos podem ocorrer:
CORAGEM de amar e criar.
CORAGEM de conhecer outra pessoa e de se revelar.
CORAGEM de, com clareza, olhar para si próprio.
CORAGEM de trazer para a nossa relação mais da nossa autenticidade.
CORAGEM de ser generoso e paciente.
CORAGEM de ter uma mente aberta.
CORAGEM de ter um coração aberto.
CORAGEM de viver a nossa própria vida (e não a de outra pessoa), tão bem quanto possível.
CORAGEM de honrar um compromisso.
CORAGEM de resistir quando algo terrível acontece connosco ou com alguém de que gostamos.
CORAGEM de ser herói no sentido usual do termo, que é a disponibilidade para sacrificar tudo por algo em que se acredita muito.
CORAGEM de viver o dia.

Perguntamos: “Gostaria de acrescentar algo?”
Pela minha parte acrescento à lista:
CORAGEM de ter coragem.
CORAGEM de ser forte.
CORAGEM de ser fraco.
CORAGEM de pedir ajuda! :)
CORAGEM para enfrentar o desconhecido! =)


In blog - esqueciaana

22 abril, 2010

A divulgação existe mesmo,

Flyer




Panfleto






Mariana e Virgiio - 12ºD

Sleeve , testemunho na primeira pessoa

A história… Que causas levaram à obesidade?

Sempre fui bem constituída. Aos 14/15 anos pesava cerca de 80kg. Como qualquer jovem, não se sentia confortável perante o seu corpo e, por isso, começou a recorrer a dietas. Experimentou muitas e até conseguiu emagrecer.
No seu 12º ano, existiam exames importantes e definitivos para a entrada na universidade (PGA) em que as notas do 10º e 11º anos não contavam. Por isso, “baldou-se” nesses anos à espera de conseguir ter uma boa nota no exame do 12º.
Entretanto as coisas mudaram e, sem contar, passaram a existir provas de aferição em que também as notas dos anos anteriores contavam. Como não tinha nota suficiente, teve que se esforçar para conseguir. Com muito estudo, conseguiu terminar com 18 valores de média, mas começou a desenvolver um princípio de esgotamento. Os anti-depressivos que teve que tomar fizeram com que engordasse novamente. Além de recuperar o peso que tinha perdido, ainda aumentou mais, ficando portanto com mais de 80kg.
Durante a estadia na universidade foi sofrendo oscilações de peso. Em épocas de exame engordava sempre, pois tinha como vício o chocolate que comia sempre mais quanto mais tinha que estudar. Voltava a emagrecer e, posteriormente, a engordar (dietas iô-iô).
Quando começou a trabalhar, pesava pouco mais de 80kg.
Há 8 anos atrás, depois de se casar emagreceu, ficando com 75kg. Quando regressou de lua-de-mel, à República Dominicana, apercebeu-se de borbulhas. Pensou que tinha contraído uma doença tropical e, por isso, começou a tomar anti-bióticos. Devido a este problema, engordou 15kg apenas num mês!
Aos 28 anos, a mãe faleceu, o que provocou mais um aumento de 15kg. Depois de dois anos, portanto, pesava cerca de 110kg.
Mãe de dois filhos, ambas as gravidezes foram acompanhadas por consultas de endocrinologia obstetrícia devido ao seu peso. Na primeira vez engordou 2kg e na segunda gravidez 3 kg, o que não é muito! O problema foi depois de amamentar em que engordou mais 15 kg.
Depois de tantos altos e baixos e de tantas tentativas fracassadas chegou aos 115 kg.
Admite que, não comia em grande quantidade, mas o que comia era mal. O pouco e mal que comia era tudo absorvido pelo organismo.
Desde os 3 anos de idade que praticava natação, daí a sua largura óssea. Mesmo assim, sempre foi uma pessoa muito ágil. De um momento para o outro, parou com a natação, o que fez com que engordasse novamente.
A obesidade não é um problema genético, mas é hereditário. O facto de ter casos de obesidade mórbida na família também ajudou ao agravamento da doença.

Os riscos da obesidade:

Só agora, com o aparecimento da Gripe A é que se apercebeu verdadeiramente dos riscos que corria. Porque, antes, não tinha consciência até que ponto a obesidade estava a afectar a sua saúde, tanto a nível respiratório como ao nível de doenças como o colesterol e diabetes.
Ao fazer uma prova respiratória, apercebeu-se que os pulmões já não conseguiam dilatar-se o suficiente para respirar. Por isso se cansava tão facilmente apenas de subir umas escadas.
O facto de pesar 115 kg, fazer de tudo para emagrecer e não conseguir, provocava um grande desgaste a nível psicológico.
Estava quase diabética e com níveis de colesterol muito elevados, e não tinha noção da gravidade da sua situação.

O que fez?

Recorreu a todo o tipo de dietas, desde produtos naturais e não-naturais, desde Herbalife até ao Xenical (produto utilizado em casos extremos) e mesmo assim não conseguiu emagrecer.
Gastou muito dinheiro em todas estas tentativas desesperadas.
Quando lhe eram propostas dietas por profissionais, cumpria à risca, mas mesmo assim não conseguia emagrecer, o seu metabolismo era inconstante. Mesmo assim, apenas conseguia perder 10% do seu peso.
A médica que a acompanhou, depois de todas as tentativas, aconselhou-a a ir ao Hospital dos Covões pois era um caso mais grave que precisava de novas medidas.
Esperou 2 anos até ir à primeira consulta.
Só tinha ouvido falar na banda gástrica até àquele dia, não conhecia outros tipos de operações para estes casos.
O médico que consultou, desaconselha a banda gástrica, pois após 5 anos aproximadamente, esta pode entupir e criar problemas.
Recomendou, por isso, uma nova técnica designada SLEEVE.

SLEEVE O que é? Em que consiste?

SLEEVE é um recente tipo de operação (2/3 anos), que consiste no corte de uma parte do estômago em que estão algumas glândulas que provocam fome e em que não se altera nenhum processo da digestão.


SLEEVE vs Banda Gástrica Quais as vantagens e desvantagens? Porquê SLEEVE e não banda gástrica?

Ao contrário de balões ou banda gástrica que tem limites de tempo, esta é uma operação radical, ou seja, é para toda a vida.
A banda gástrica corre o risco de entupir. Por isso, de mês a mês, as pessoas necessitam sempre de fazer um controlo.
Enquanto que o SLEEVE é apenas de 2 em 2 meses; depois de 3 em 3; depois de 6 em 6… vai diminuindo ao longo do tempo. Apenas é controlado o peso e são feitas análises para as pessoas não se sentirem abandonadas e desmotivadas, de modo a que não recuperem o peso inicial.
Esta técnica é aconselhada a pessoas que têm diabetes.


Depois da operação

A nível psicológico, um mês a seguir à operação, “andava como um zombie e andava para onde os outros me levavam”. Comia muito pouco… “Um iogurte, por exemplo, tinha que o beber por 3 vezes, dando assim para 3 refeições”, pois não nos podemos esquecer que a operação consiste num corte em que não se pode forçar a cicatriz.
Sendo o estômago um músculo, ao longo do tempo foi alargando de modo a pelo menos conseguir beber um iogurte de uma só vez.
O cuidado tem que ser muito, pois não se quer que o estômago alargue demais. Tem actualmente, a capacidade de 200ml.


“Talvez a quantidade de comida por dia seja aproximadamente a mesma, mas agora é repartida por várias vezes. Às vezes só comia 2 vezes por dia”Durante o primeiro mês só podia beber líquidos (chá, leite, água de canja) e no mês seguinte já podia ingerir pastosos (sopas, onde pouco a pouco, foi juntando carne e peixe triturados).
Nesta fase perdeu a maior parte do peso. Agora, vai emagrecendo mais lentamente. Passados 6 meses após a operação, não deve emagrecer muito mais do que aquilo que emagreceu até agora.

20 abril, 2010

A escola não pára , os alunos dão espirito ao movimento contra obesidade



Mariana Branco - 12ºD

Há que ter consciência do que fazemos.

Escola junta-se ao movimento contra obesidade.



Trabalho realizado por: Francisca Lopes e Ana Filipa Dinis - 10º C

Além de casa, a escola também desempenha um papel importante, tanto nos hábitos alimentares como na prática de actividade física.

06 março, 2010

Uma hora de televisão por dia aumenta risco de morte



Cada hora passada em frente à televisão aumenta em 11% o risco de uma morte prematura e 18% o risco de morrer de acidente cardiovascular.

As conclusões são de um estudo australiano, publicado em Circularion: Journal of the American Heart Association, que analisou os hábitos de vida de 8800 pessoas de 2000 a 2006. A investigação prova que o sedentarismo ligado ao facto de se ver televisão tem uma influência nefasta sobre a taxa de açúcar e de gordura no sangue.
Não importa se somos obesos, temos excesso de peso ou somos saudáveis: uma hora de televisão por dia aumenta 11% o risco de morrer prematuramente, 9% de morrer de cancro e 18% de ter um acidente cardiovascular.

Aqueles que vêem quatro horas de televisão por dia aumentam os riscos de morte prematura em 46% e de doença cardiovascular fatal em 80%.

"O corpo humano está concebido para se mexer, mas não para ficar sentado durante longos períodos", indicou David Dunstan, principal autor do estudo e professor do Instituto de Diabetes de Victoria, na Austrália, citado pela AFP.
"As evoluções tecnológicas, sociais e económicas fazem com que as pessoas não accionem mais os seus músculos como antigamente, logo os seus níveis de gasto de energia baixa", acrescenta. "Para muitos, os movimentos quotidianos resumem-se a passar de uma cadeira para a outra, do assento do automóvel para a cadeira do escritório e depois para o sofá", indicou.

Obesidade infantil é tão nociva como o tabaco



A obesidade na adolescência traz um risco de morte prematura equivalente ao de fumar dez cigarros por dia, avança uma pesquisa do British Medical Journal.

O estudo foi feito na Suécia e contou com a participação de 45 mil homens entre os 16 e os 19 anos. O seu índice de massa corporal e hábitos tabágicos foram registados ao longo de 38 anos, um período durante o qual morreram 2897 dos participantes morreram.
O risco mais alto de morte verificou-se para as pessoas obesas e que fumavam mais de dez cigarros por dia. Os homens que se incluíam neste grupo apresentaram uma probabilidade de morte prematura cinco vezes superior aos que não fumavam nem tinham excesso de peso.

Citado pelo jornal inglês Daily Telegraph, Martin Neovius, investigador do Karolinska Institute in Sweden, escreveu nas suas conclusões: "O risco excessivo conferido pela obesidade no final da adolescência é de magnitude semelhante ao de fumar mais de dez cigarros por dia. O risco associado ao excesso de peso é similar ao de fumar um a dez cigarros por dia".

A possibilidade de morrer prematuramente era ainda semelhante para os não fumadores com peso abaixo do normal e para os obesos que não tinham o vício de fumar.